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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

MODERNO E COM ESTILO!!!



Mais uma novidade do nosso Blog.

Quem não gosta de sentar em uma cadeira de balanço?
Uma grande ideia e inovação, toda em vidro laminado e com opções de tela para por entre os vidros dando um toque elegante a sua peça...As visitas vão ficar loucas quando virem essa cadeira de balanço toda em vidro decorando sua casa.
    Ela é feita em vidro temperado laminado 8mm + 8mm, sustentando até 300kg.

Logo logo mais projetos e novidades para vocês...

aguardem!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

NOVIDADE NO MERCADO DE VIDROS... VIDRO CURVO LAMINADO!



Uma das novidades da atualidade, os chamados vidros curvos. Mostrando uma aparência mais elegante para sua casa. um exemplo desta sacada circular, sendo contornada toda a borda pelo vidro curvo laminado e fixado por bottons na beirada da sacada.


Aguardem mais novidades!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

TIPOS DE VIDRO


Vidro Plano

Existem 2 tipos de vidro plano: o float e o impresso.

Vidro float
O vidro float é um vidro plano transparente, incolor ou colorido, com espessura uniforme e massa homogênea. É o vidro ideal para aplicações que exijam perfeita visibilidade, pois não apresenta distorção óptica, e possui alta transmissão de luz.
Constitui a matéria-prima para processamento de todos os demais vidros planos, sendo aplicado em diferentes segmentos e pode ser: laminado, temperado, curvo, serigrafado e usado em duplo envidraçamento. Utilizado na indústria automobilística, eletrodomésticos, construção civil, móveis e decoração.

Vidro impresso
O vidro impresso é um vidro plano translúcido, incolor ou colorido, que recebe a impressão de um padrão (desenho) quando está saindo do forno. É usado na construção civil, eletrodomésticos, móveis, decoração e utensílios domésticos.


                                    

Vidro de Segurança

É produzido a partir do vidro float, objetivando minimizar riscos em caso de acidentes e quebra acidental. Os vidros de segurança são definidos pela ABNT como sendo "aqueles que, quando fraturados, produzem fragmentos menos suscetíveis de causar ferimentos graves". Podem ser: temperado e laminado.

Vidro temperado
O vidro temperado é um vidro float que recebe um tratamento térmico (é aquecido e resfriado rapidamente), que o torna mais rígido e mais resistente à quebra. Em caso de quebra produz pontas e bordas menos cortantes, fragmentando-se em pequenos pedaços arredondados.

Vidro laminado
O vidro laminado é composto por duas chapas de vidro intercaladas por uma película plástica de grande resistência (PVB - Polivinil Butiral). O vidro laminado é o produto adequado para diversas aplicações, como coberturas, fachadas, sacadas, guarda-corpos, portas, janelas, divisórias, vitrines, pisos e outros, pois em caso de quebra, os cacos ficam presos na película de PVB, evitando ferimentos e mantendo a área fechada até que a substituição do vidro seja realizada. Além disso, o vidro laminado possui outros benefícios, como a redução da entrada de ruídos externos (quando comparado aos vidros comuns) e a proteção contra os raios UV (Ultravioleta), pois o PVB barra 99,6% dos raios solares UV (Ultravioleta), protegendo as pessoas dos danos causados por esse tipo de raio, evitando o desbotamento e envelhecimento dos móveis, cortinas, tapetes e outros objetos.

                                    

Vidro Acustíco

Você já imaginou estar em uma avenida com muito barulho e ao fechar a janela não escutar mais nenhum ruído? Isso é possível com os vidros acústicos, que impedem que os ruídos passem de um ambiente para outro. Esse conforto sonoro pode ser obtido através de duas soluções: vidro laminado acústico e o vidro duplo (ou insulado).

Vidro laminado acústico
É um vidro laminado com um PVB especial (acústico) e por isso funciona como um excelente isolante acústico. É um produto inovador que garante uma poderosa proteção contra ruídos.

Vidro duplo ou insulado
É o conjunto de dois vidros separados por uma camada de ar ou gás, conferindo redução na propagação de som, na entrada de calor e uma infinidade de combinações decorativas. Largamente utilizado na construção civil dos países europeus, o vidro duplo está presente no nosso dia a dia, como por exemplo, na porta dos freezers e refrigeradores (com a função de isolação térmica). O duplo envidraçamento pode ser composto por qualquer tipo de vidro, melhorando a performance térmica e acústica. Além disso, pode ser equipado com persianas internas, que dão ao conjunto um efeito estético diferenciado.

                                     
Vidros Especias

Com avanço tecnológico na criação de micro camadas surgiram inúmeros tipos de vidros especiais. Na realidade, esses vidros possuem camadas de diversos tipos de materiais diferentes, camadas essas de dimensões microscópicas, que oferecem diversas características diferenciadas ao vidro. Tipos de vidros especiais: controle solar, autolimpante, baixa reflexão e baixo-emissivo.

Vidro de proteção solar
Também conhecido como vidro refletivo ou de controle solar, oferece uma solução arquitetônica contemporânea, sendo indicado para locais onde há grande incidência de raios solares, como fachadas de prédios, janelas, portas, sacadas e coberturas, pois proporciona melhor conforto térmico. Eles têm a função de reduzir a entrada de calor para o interior do ambiente, além de produzir um controle na entrada da luz para o interior das edificações. Da radiação solar que passa pelo envidraçamento, parte é automaticamente refletida para o ambiente externo, e parte é absorvida pelo vidro, minimizando a quantidade de calor que atinge efetivamente o ambiente interno. Com isso a temperatura interna fica mais agradável e você reduz o consumo de energia elétrica com o ar condicionado e a luz artificial. Produtos ideais dentro do conceito de sustentabilidade, por proporcionar condições para obtenção de certificações tais como LEED, Aqua e outras.

Vidro autolimpante
Vidros autolimpantes são produzidos a partir de um vidro float que recebe uma camada ainda no seu processo de fabricação. Essa camada aproveita a força dos raios UV (Ultravioleta) e da água da chuva para combater a sujeira e os resíduos que se acumulam no exterior e desta forma, mantém a superfície do vidro limpa. Esse processo possui um caráter sustentável extremamente forte pois, além de reduzir o consumo de água, haja vista que sua limpeza é menos freqüente e utiliza a própria água da chuva para isso, reduz o consumo de detergentes que, em muitos casos, afetam o eco sistema. O vidro autolimpante é visualmente idêntico aos vidros normais, ele garante uma visão nítida em todas as situações, mesmo em dias de chuva; e a camada autolimpante é integrada ao próprio vidro e por isso tem um alto nível de durabilidade, não se desgastando ao longo do tempo. Deve ser aplicado sempre na parte externa das edificações como fachadas, coberturas, janelas, portas, sacadas e outros e em áreas altamente poluídas.

Vidro com baixa reflexão
É um vidro float extra clear (vidros com baixa concentração de ferro em sua composição e por isso são extremamente claros e não esverdeados) que recebe uma camada capaz de reduzir a reflexão em 5 vezes (comparado ao vidro float incolor). Ideal para vitrine, showrooms, museus, concessionárias, displays e outros tipos de aplicação que necessitem evitar o incomodo reflexo da luz no vidro o que, em muitas vezes obriga a pessoa a criar sombra em frente para observar o objeto que está atrás do vidro.

Vidro baixo-emissivo
É um vidro produzido em processo off-line e que apresenta baixa emissividade, ou seja, não permite a troca de calor entre o ambiente interno e externo. Quando utilizado como vidro duplo, isola termicamente até 5 vezes mais do que um vidro transparente monolítico. Possui aparência de um vidro float incolor, reduzindo a entrada de calor ou frio. Usado no mercado de refrigeração comercial e na construção civil, em fachadas e coberturas.
                                       

Vidro Colorido

Existem dois tipos de vidros coloridos: pintado e serigrafado.

Vidro pintado
Produzido a partir de um vidro float, recebe na linha de produção uma pintura especial, o que lhe confere, além do acabamento colorido e de alto brilho, maior resistência. Sua versatilidade possibilita a utilização em móveis, residências, escritórios, hotéis, lojas e museus.

Vidro serigrafado
No processo de serigrafia do vidro é feita a aplicação de uma tinta vitrificante (esmalte cerâmico) no vidro comum, incolor ou colorido na massa. Em seguida esse vidro passa por um forno de têmpera onde os pigmentos cerâmicos passam a fazer parte dele. Ao final do processo, obtém-se um vidro temperado com textura extremamente resistente, inclusive ao atrito com metais pontiagudos.

                                   

Vidro Extra-Clear

É um vidro extremamente transparente, ou seja, sem o tom esverdeado comum nos vidros incolores. Isso ocorre porque em sua composição há uma concentração menos de óxido de ferro. Utilizado na construção civil, decoração e eletrodoméstico.

                                        

Espelho

Espelhos são produzidos a partir de um vidro float que recebe uma camada a base de prata. Em seguida essa camada é protegida por camadas de tinta.
                                      

Vidro Acidado

São vidros tratados com ácido e com aparência esbranquiçada. Oferece diversas opções estéticas para arquitetos e decoradores, pois combinam a leveza do vidro com a sutileza da translucidez, dando um toque de nobreza ao design de móveis e à decoração dos mais diversos ambientes.
                                     

Vidro Jateado

É um vidro trabalhado com jatos de grãos de areia, que agridem mecanicamente o vidro, transformando-o em translúcido e levemente áspero. Usado em móveis e decoração.

                                       

Vidros Resistente ao Fogo

Os vidros resistentes ao fogo, sem malha metálica, são vidros laminados compostos por várias lâminas intercaladas com material químico transparente, que se funde e dilata em caso de incêndio. Essa reação se ativa quando a temperatura de uma das faces do vidro atinge 120ºC.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

VIDRO

Em ciência dos materiais o vidro é uma substância sólida e amorfa, que apresenta temperatura de transição vítrea . No dia a dia o termo se refere a um material cerâmico transparente geralmente obtido com o resfriamento de uma massa líquida à base de sílica.
Em sua forma pura, o vidro é um óxido metálico super esfriado transparente, de elevada dureza, essencialmente inerte e biologicamente inativo, que pode ser fabricado com superfícies muito lisas e impermeáveis. Estas propriedades desejáveis conduzem a um grande número de aplicações. No entanto, o vidro geralmente é frágil, quebra-se com facilidade. O vidro comum se obtém por fusão em torno de 1.250 ºC de dióxido de silício, (SiO2), carbonato de sódio (Na2CO3) e carbonato de cálcio (CaCO3).

HISTÓRIA


Os povos que disputam a primazia da invenção do vidro são os egípcios e os fenícios. Segundo a Enciclopédia Trópico:
"Os fenícios contam que ao voltarem à pátria, do Egito, pararam às margens do Rio Belus, e pousaram sacos que traziam às costas, que estavam cheios de natrão (carbonato de sódio natural, que eles usavam para tingir ). Acenderam o fogo com lenha, e empregaram os pedaços mais grossos de natrão para neles apoiar os vasos onde deviam cozer animais caçados. Comeram e deitaram-se, adormeceram e deixaram o fogo aceso. Quando acordaram, em lugar das pedras de natrão encontraram blocos brilhantes e transparentes, que pareciam enormes pedras preciosas. Um deles, o sábio Zelu, chefe da caravana, percebeu que sob os blocos de natrão, a areia também desaparecera. Os fogos foram reacesos, e durante a tarde, uma esteira de liquido rubro e fumegante escorreu das cinzas. Antes que a areia incandescente se solidificasse, Zelu plasmou, com uma faca aquele líquido e com ele formou uma empola tão maravilhosa que arrancou gritos de espanto dos mercadores fenícios. O vidro estava descoberto."
Esta é uma das versões, um tanto lendária. Mas, notícias mais verossímeis, relatam que o vidro surgiu pelo menos 4.000 anos A.C.. Julga-se entretanto que os egípcios começaram a soprar o vidro em 1.400 A. C., dedicando-se, acima de tudo, a produção de pequenos objetos artísticos e decorativos, muitas vezes eram confundidos com belas pedras preciosas. Sua decomposição é de 4000 anos. A cada 1000 kg de vidro leva-se 1300 kg de areia.

Em Portugal

Em 1748 estabeleceu-se na Marinha Grande John Beare, dedicando-se ali à indústria vidreira. A abundância de matérias primas e de carburante aconselhavam o fomento dessa indústria naquela região. Em 1769 oinglês Guilherme Stephens beneficiou de importante protecção do Marquês de Pombal e estabeleceu-se na mesma localidade: subsídios, aproveitamento gratuito das lenhas do pinhal do Rei, isenções, etc. A Real Fábrica de Vidros da Marinha Grande desenvolveu-se a ponto de ser Portugal, a seguir à Inglaterra, o primeiro país a fabricar o cristal.Foi só no século XVIII que se estabeleceu em Portugal a indústria vidreira — na Marinha Grande — e ainda hoje esta existe. Anteriormente, há notícia, desde o século XV, da existência de alguns produtores artesanais de vidro. É conhecido o labor do vidreiro Guilherme, que trabalhou no Mosteiro da Batalha. O vidro era obtido através da incineração de produtos naturais com carbonato de sódio (erva-maçaroca). Houve diversos fornospara a produção vidreira em Portugal, mas a passagem de uma produção artesanal, muito limitada, para a produção industrial foi lenta. Uma fábrica existente em Coina veio a ser transferida para a Marinha Grande, em consequência da falta de combustível. Estava-se no reinado de D. João V. A proximidade do Pinhal de Leiria, teria aconselhado a transferência da antiga Real Fábrica de Coina. Depois, o Marquês de Pombal concedeu um subsídio para o reapetrechamento desta fábrica vidreira na Marinha Grande.

FABRICAÇÃO

Primeira Fábrica de Vidro.
A fabricação é feita no interior de um forno, onde se encontram os panelões. Quando o material está quase fundido, o operário imerge um canudo de ferro e retira-o rapidamente, após dar-lhe umas voltas trazendo na sua extremidade uma bola de matéria incandescente.
Agora a bola incandescente, deve ser transformada numa empola. O operário gira-a de todos os lados sobre uma placa de ferro chamada marma. A bola vai se avolumando até assumir forma desejada pelo vidreiro.
Finalmente a peça vai para a seção de resfriamento gradativo, e assim ficará pronta para ser usada.